Sarau do dia 24 julho com a presença de Emerson Alcalde com livro (A) MASSA

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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

HOSPITAL HELIÓPOLIS pede SOCORRO


Ato Publico no Hospital Heliópolis 
Compareça

 

Pronto Socorro está sendo fechado
Faltam médicos medicamentos materiais

A população que usa o Sistema Único de Saúde da Região Sudeste está correndo o risco de perder mais uma unidade pública que atende as urgências de saúde da população.
O Pronto Socorro do Hospital Heliópolis a partir deste mês, nos fins de semana, atenderá somente os casos graves, segundo a diretoria do hospital.
Este é um fato que vem se repetindo na região, foi fechado o Pronto Socorro do Hospital Ipiranga, o Hospital Vila Alpina só atende casos graves, o AME - Ambulatório Médico de Especialidades Heliópolis não tem sequer um Pronto Atendimento, só tem “belezura”.

E a população da região como fica? Para onde vai numa situação de emergência?
Esta é uma pergunta que nenhuma autoridade responde. Porque na verdade eles não estão preocupados com a saúde do povo que precisa do SUS.

Os governos municipal, estadual e federal só querem o SUS para usar politicamente no momento de eleições, desviarem o dinheiro da saúde do povo para outros fins, não para a população.

O que estamos assistindo é a transformação dos antigos Postos de Saúde, Unidades Básicas de Saúde, Postos de Assistência Médica e hospitais públicos em Organizações Sociais, em AMAs – Assistência Médica Ambulatorial e AMEs Ambulatório Médico de Especialidades que recebem milhões dos governos e atendem cada vez menos e com serviços de pior qualidade.

O Hospital Heliópolis ainda é um hospital público, que possui várias especialidades médicas, mas que atualmente está sendo muito sucateado, falta médicos, funcionários. medicamentos essenciais aos pacientes, materiais e aparelhos médicos.

Agora é hora da população usuária do hospital junto com os funcionários se levantar contra esta política do governo Alckmin e impedir o fechamento do Pronto Socorro.

Vamos exigir a contratação de médicos e funcionários suficientes para atender decentemente a população e pagar a estes profissionais salários justos, pois estes estão se demitindo em função do salário miserável que estão recebendo; dos 12 anestesistas 6 foram embora e saíram 260 médicos do quadro do hospital.

Vamos iniciar uma forte campanha de defesa do Hospital Heliópolis.
As entidades abaixo convidam todos a participarem do Ato Público

Dia: 04/ novembro /2011 às 10 horas Local: Portão do PS Hospital Heliópolis

AFHHEL- Associação do Funcionários do Hospital Heliópolis
Movimento Popular de Saúde da Região Sudeste
Movimento Sem Teto UNAS/ Heliópolis
SINSPREV – Sindicato dos Trabalhadores em Saúde e Previdência /SP
CMP – Central de Movimentos Populares
SINDSAUDE – Sindicato dos Trabalhadores em Saúde/SP
Ass. Nova Horizonte – UMM - União de Movimentos de Moradia
Representantes dos usuários dos Conselhos Municipal e Estadual 
AMOPAZ - Associação de Moradores de Vila Cristina e Vila da Paz
Posse Enraizados SP
Coletivo Perifatividade

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Indicações periféricas Estamos juntos!

Dia 09 de julho no Centro de Convivência Educativa e Cultural.
Cidade do sol é um filme que mostra o cotidiano de uma família moradora de Heliópolis, este filme está sendo rodado sem nem um recurso e tem o total apoio da comunidade.

Assista ao trailer do filme...
http://www.youtube.com/watch?v=0nRqfN4FiE4
http://www.vivafavela.com.br/videos/cidade-do-sol-o-filme
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LETRAMENTOS DE REEXISTÊNCIA: POESIA, GRAFITE, MUSICA, DANÇA.
HIP HOP: Ana Lúcia Silva Souza
Parabola Editorial.
Neste livro Analu aponta para a complexidade que envolve a cultura HIP HOP.
Cultura na qual os usos singulares da linguagem em meio as atividades culturais e políticas, são tomadas possibilidades de resistência em sociedade. Falamos aqui de letramentos de reexistência do negro.
O trabalho que tem na tese de doutorado a sua origem é trançado por muitas mãos: DÉBORA, DIMENOR, LGe, NATHAS e SONECA - intelectualidades gestadas em territórios acadêmicos e principalmente não acadêmicos. Mostra ele que no Hip Hop ensinamos, aprendemos, reivindicamos, e conjugamos os letramentos da vida e o da escola  contestada, mas também deslocada a favor da juventude negra, quando se consegue ao mesmo tempo repensar e atribuir sentidos sociais á instituição.

LANÇAMENTO:  


07 de Julho de 2011
Bate-papo e um Sarau 
com
Elo da Corrente
http://elo-da-corrente.blogspot.com/
&
Coletivo Perifatividade
Na Ação Educativa Rua: General Jardim 660.